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segunda-feira, 27 de junho de 2016

The Driftless Area (2015)



Com um HD abarrotado de filmes, pouco tempo e alguma preguiça, muitas obras ficam esquecidos no meu universo cinéfilo particular. Estava conferindo no último final de semana minha pasta de filmes quando me deparei com este policial/thriller/drama indie, encabeçado pelo ator Anton Yelchin - cujo recente falecimento chocou todo mundo. 

Com algum senso de oportunismo, resolvi conferir. Um filme difícil de definir em seu gênero, THE DRIFTLESS AREA segue a linha daquelas obras independentes e surpreendentes, habituais de festivais de cinema mundo afora e geralmente desconhecidos do grande público. 

Acompanhamos o personagem Pierre (Yelchin), um jovem meio excêntrico que acaba se envolvendo numa trama de vingança frente uma jovem sobrevivente de um incêndio criminoso (minha musa Zooey Deschanel) e um bandido traiçoeiro (John Hawkes). O elenco conta ainda com os veteranos Frank Langella e Ciarán Hinds. 

O roteiro possui uma trama sem surpresas, em alguns momentos optando por menos explicações e mais indagações, o que me agradou bastante. Zachary Sluser, em sua estreia como diretor de longa metragem, também assina o roteiro interessante, com alguns diálogos mais profundos que eu poderia imaginar para uma produção como esta. 

Mesmo não sendo um filme memorável, THE DRIFTLESS AREA é um belo destaque do meu ano cinematográfico. Fica a indicação para quem quiser conferir uma pequena pérola e uma pequena homenagem a um competente ator que nos deixou cedo demais. 

domingo, 19 de junho de 2016

Pôster: Star Trek Beyond (2016)


Eu amo Star Trek, meus amigos. E eu estou com a forte impressão de que este aqui será o melhor filme, até agora, dessa "nova" tripulação. Esse pôster de cores lindas me deixa com uma enorme vontade de pendurá-lo em meu quarto. Esse mês foi meio parado por aqui, mas eu to voltando!

OBS - In Memorian: Anton Yelchin (1989-2016)

segunda-feira, 28 de março de 2016

Trailer: Green Room (2016)

Uma penca de blogs e sites estrangeiros estão erguendo as taças de expectativa em relação ao novo filme do diretor Jeremy Saulniers (responsável pelo interessante Blue Ruin). Além da propaganda favorável e dos trailers de excelente qualidade, a trama me chama muita atenção - uma banda de punk rock fica a mercê de radicais extremistas, após um show num lugar isolado. O diretor tem habilidades e pedigree pra entregar um banho de violência, mas eu mal posso esperar para ver Patrick Stewart encarnando o vilão principal da obra - sua voz no trailer já foi o suficiente para provocar arrepios e garantir sua vaga na lista de filmes a serem assistidos assim que lançados. 


sábado, 7 de março de 2015

Dying Of The Light (2014)



Ufa: uma leve folga na onda de filmes horríveis com Nicolas Cage. Mas nem se animem, pois DYING OF THE LIGHT também não é lá essas coisas. Trata-se de um thriller sobre um agente da CIA (Cage), com um grande trauma da carreira ao ter sido sequestrado por um terrorista árabe e ter sido torturado. Na ocasião, o agente foi resgatado e o terrorista escapou, resultando em anos de investigação por parte de Cage, até acharem uma pista bastante concreta do paradeiro do vilão.

Entretanto, o americano acaba afastado da agência após o diagnóstico de demência (um detalhe: imagine o quão conveniente é para Nic Cage interpretar um personagem com uma degeneração neurológica, dando abertura para aqueles excessos artísticos que ele costuma cometer – para nossa diversão!). E, após o afastamento, o agente resolve ir atrás do terrorista, com a ajuda de um pupilo mais novo (Anton Yelchin) para se vingar pela tortura sofrida no passado.

É um filme bem esquemático e sem nenhuma novidade, mas há algo que me atrai nestes “thrillers”, com cara de sessão do SUPERCINE. Porém, se você olhar a qualidade dos nomes envolvidos e observar o resultado... É bem verdade que a edição disponível para assistirmos é diferente daquela idealizada pelo diretor e pelos atores (só para constar, a direção é só do Paul Schrader...), o que gerou um protesto por parte de Cage, Schrader, Yelchin e o produtor executivo Nicolas Winding Refn (leia mais sobre a história aqui). Ainda assim, versão do diretor ou não, o roteiro é um texto que já foi filmado e explorado outras diversas vezes no mundo do cinema e outra mídias.


Com um resultado meio simplório para uma equipe tão interessante reunida, mantenho elogios para DYING OF THE LIGHT. Especialmente pelo sopro de alívio na carreira de Nic Cage, a trama sobre a guerra ao terrorismo (e ter filmes sobre este assunto, no período em que vivemos, não deixa de ser importante para nos levar a uma reflexão, mesmo que mínima) e o bom elenco de apoio (que ainda conta com Alexander Karim – muito bom na pele do terrorista – e a bela, talentosa e meio que sumida Irene Jacob). Só mais um detalhe: é melhor do que o superestimado Sniper Americano, que achei uma porcaria (já adiantando a opinião, caso resolva escrever sobre ele por aqui).