domingo, 30 de novembro de 2014

Cahiers Du Cinema Top 10 Films Of 2014



Vi no The Playlist a divulgação da lista de melhores do ano pela revista Cahiers Du Cinema. Apesar de só ter assistido Under The Skin (filmaço, em breve uma crítica - quem sabe?), vale a pena correr atrás desses filmes. Segue a lista:

1. Bruno Dumont‘s Li’l Quinquin.
2. Jean-Luc Godard‘s Goodbye to Language.
3. Jonathan Glazer’s Under the Skin.
4. David Cronenberg’s Maps to the Stars.
5. Hayao Miyazaki’s The Wind Rises.
6. Lars von Trier’s Nymphomaniac.
7. Xavier Dolan‘s Mommy.
8. Ira Sachs‘s Love Is Strange.
9. Alain Cavalier‘s Le Paradis.
10. Hong Sang-soo‘s Our Sunhi.

In Memorian: Roberto Bolaños (1929-2014)




sexta-feira, 21 de março de 2014

Trailer: Pro Westlers vs. Zombies (2014)

As chances de dar errado são brutais, mas como não aguardar um filme B que parece não se levar a sério - a união de duas grandes paixões minhas numa só tacada: filmes de terror e wrestling. A trama maluca (wrestlers fazem um show numa prisão abandonada recheada de zumbis), a presença de algumas lendas do telecatch (Kurt Angle, Jim Duggan e Roddy Pipper!!!) e o simples fato de existir já tornam PRO WESTLERS VS ZOMBIES o trash mais esperado do ano. O clima pobre da produção é bem visível, apesar de ter algum gore decente. O pôster aí do lado, apesar de mal executado, guarda a boa ideia de simular os flyers de eventos undergrounds do wrestling. Nenhuma chance de passar no cinema perto de você, infelizmente - mas a internet está aí pra salvar esses filmes de uma maior obscuridade. 

domingo, 9 de março de 2014

RoboCop (2014)



Vamos falar logo sobre esse remake antes de desanimar e acabar não escrevendo nada sobre. Pessoalmente, desde que li a primeira notícia sobre a refilmagem do clássico de 1987, me enchi de preconceito. O primeiro trailer sepultou qualquer esperança, mas ainda fui aos cinemas conferir a versão do bom diretor brasileiro José Padilha, que dirige bem o filme, mas orquestra cenas de ação fracas e não memoráveis. A escolha do elenco foi interessante, mas o protagonista – que ator inexpressivo! Sem cenas marcantes, vilões ameaçadores, furos do roteiro, trilha sonora poderosa (a clássica música de Basil Poledouris toca uma vez durante o filme) e com 108 minutos que parecem 180, o ROBOCOP de Padilha guarda de atrativo apenas os bons efeitos visuais e ótimo som (a sessão em que fui quase me deixou surdo). 

E olha que não pretendo nem ficar na birra de comparar esse filme com o original. Acontece que este remake é uma obra de ação/ficção bastante medíocre e esquecível, com um agravante: já foi contada de uma maneira absolutamente superior e incrível há quase 30 anos. Fiquem com o original, porque este aqui será esquecido em pouco tempo.