sexta-feira, 21 de março de 2014
Trailer: Pro Westlers vs. Zombies (2014)
sábado, 23 de março de 2013
The Man With The Iron Fists (2012)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Breeders - A Ameaça de Destruição (Breeders, 1986)
Apesar de toda ruindade,
porém, BREEDERS me divertiu bastante, mesmo com as cochiladas durante seus pouco
mais de 70 minutos de duração. O humor involuntário, o “clima anos 80”, as
belas atrizes nuas e a tosqueira da produção em geral são atrativos pra
qualquer amante de cinema B, um tipo cada vez mais raro no mundo dos cinéfilos.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Séance: The Summoning (2011)
terça-feira, 3 de julho de 2012
Alien vs Ninja (2010)
terça-feira, 8 de maio de 2012
Dear God No! (2012)
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A História de Ricky (Ricky-Oh, 1991)

Obrigatório para qualquer pessoa que aprecie o cinema trash, A História de Ricky é um verdadeiro clássico do gênero, que completa 20 anos de idade e permanece tão bom e melhor que muito filme lançado por aí. É claro que é um filme de público limitado, mais indicado para os fãs de cinema bagaceira ou para aqueles que querem se divertir com uma estória absurda regada pelo exagero. Quem tiver cabeça aberta poderá garantir uma sessão, no mínimo, divertida.
Acontece que desde o início do filme, quando o nosso herói Ricky chega à prisão e, ao passar pelo detector de metal, é barrado, pois ele tem algumas balas no corpo resultantes de um tiroteio (ele não as extraiu porque as guarda como lembrança da tal ocasião), A História de Ricky não se leva a sério. O único propósito do filme é nos divertir. E o filme consegue isso com folga.
O motivo pelo qual Ricky é preso é revelado lá pela metade da fita. Basta sabermos que ele será constantemente torturado pelo chefão da prisão, que incita outros presos, extremamente perigosos, a atacarem Ricky. E Ricky tem que lutar contra estes caras para sobreviver.

O problema é que Ricky descobrirá um segredo do diretor da prisão que despertará sua fúria, de tal forma que o filme culminará num desfecho ultraviolento, com muito sangue e violência, além de um improvável moedor de carne gigante!
Trata-se de um filme alucinante, recheado de cenas grotescas e muita porrada. Mas esqueça a beleza das artes marciais porque aqui cada soco decepa a parte do corpo de uma pessoa. Desde membros cruelmente dilacerados, olhos arrancados, intestinos extravasados – todo tipo de violência se faz presente em A História de Ricky, para a alegria dos fãs do cinema oriental gore. O exagero domina.
O bacana é que a estória aposta num maniqueísmo básico e que funciona perfeitamente para não distrair o público do diferencial da obra: o visual absurdo e brutal. Em certos momentos, o filme me lembrou o excepcional Ichi The Killer (leia a crítica aqui), mas sem toda a densidade e crítica que aquela obra carregava.
Mas não estou desmerecendo A História de Ricky, pois este filme é muito bacana mesmo. Em vários momentos eu fiquei rindo de todo o exagero que banhava meus olhos. É um filme realmente único que merece ser conhecido...
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Boa vs Python (2004)

Uma obra ruim não deve ser tímida; deve assumir este defeito e contorná-lo, garantindo diversão para seu público específico: os amantes do cinema trash. Entretanto, quando um filme ruim tenta se levar a sério, esquecendo seu objetivo principal, o resultado é sempre catastrófico. Infelizmente, este é o caso de Boa versus Python.
A obra tem seus momentos de divertimento, mas se perde ao tentar dar alguma profundidade aos seus protagonistas e desperdiçando boas ideias. Enfim, tem alguns bons momentos, mas o filme em geral é de uma mediocridade imensa.
Só que surgem dois problemas: o milionário resolve continuar com o tal safári, reunindo um bando de caçadores excêntricos que, eventualmente, serão mais vítimas para as duas cobronas. Além disso, as cobras resolvem atacar os humanos ao invés de saírem no pau. O duelo entre as duas só acontece no final da obra mesmo.

Um dos erros em Boa versus Python é ser levado muito a sério pelos seus protagonistas. O único que aparenta estar se divertindo é Adam Kendrick, canastrão e cínico, principalmente no final da obra quando dá uma de Rambo, arrancando a camisa e atacando a cobra com um lança-chamas. São nestes momentos que o filme agrada, pelo exagero e absurdo.
Outra cena muito divertida é quando uma das cobras investe contra um casal que estava fazendo sexo num carro. O rapaz está fazendo sexo oral na moça quando é atacado e substituído pelo réptil, e a moça vai ao delírio. Em poucos momentos o filme assume sua real personalidade de trash, deixando de lado qualquer pretensão dramática.
Realmente, fica a impressão que a obra poderia ter sido mais bacana. Felizmente (ou infelizmente?), os filmes de duelo entre monstrões estão na moda. Esperemos que saia algum bom filme ruim desta leva que já nos trouxe atrocidades como Mega Shark versus Giant Octopus (leia a crítica aqui) e este Boa versus Python.














