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sexta-feira, 21 de março de 2014

Trailer: Pro Westlers vs. Zombies (2014)

As chances de dar errado são brutais, mas como não aguardar um filme B que parece não se levar a sério - a união de duas grandes paixões minhas numa só tacada: filmes de terror e wrestling. A trama maluca (wrestlers fazem um show numa prisão abandonada recheada de zumbis), a presença de algumas lendas do telecatch (Kurt Angle, Jim Duggan e Roddy Pipper!!!) e o simples fato de existir já tornam PRO WESTLERS VS ZOMBIES o trash mais esperado do ano. O clima pobre da produção é bem visível, apesar de ter algum gore decente. O pôster aí do lado, apesar de mal executado, guarda a boa ideia de simular os flyers de eventos undergrounds do wrestling. Nenhuma chance de passar no cinema perto de você, infelizmente - mas a internet está aí pra salvar esses filmes de uma maior obscuridade. 

sábado, 23 de março de 2013

The Man With The Iron Fists (2012)



Falei que se incensassem demais esse aqui... Aliás, um fenômeno bizarro vem acometendo filmes com ideias muito promissoras que afundam numa execução muito aquém de seu potencial. Aconteceu isso em Machete (em menor grau em Django Unchained) e, a bola da vez é THE MAN WITH THE IRON FISTS, uma curiosa produção dirigida pelo rapper RZA.

Dizer que RZA dirigiu o filme é muita bondade, pois o rapaz prova que não entende nada de direção e muito menos de atuação, ficando com uma cara de peixe morto durante toda a projeção – um péssimo protagonista por quem só criamos simpatia pela malvadeza dos vilões, que fazem o diabo com o cara.

Mas compensando o frouxo protagonista, temos a presença de ótimos personagens coadjuvantes, com destaque absoluto para Russell Crowe, ostentando um barrigão e parecendo se divertir com seu personagem fodão, Jackknife. Pam Grier e o sempre fantástico Gordon Liu são os coadjuvantes de luxo que sustentam um pouco mais a produção.

Não há como negar que THE MAN WITH THE IRON FISTS tem uma ótima galeria de personagens interessantes, a maioria bem interpretada num padrão trash de filme (com exceção de RZA cara de peixe morto), mas todos reunidos num fiapo de estória nada interessante. Parece que o roteirista teve várias boas ideias de personagens e decidiu reunir tudo de uma maneira meio apressada em canhestra, exatamente como aconteceu em Machete, há alguns anos.

No final das contas, THE MAN WITH THE IRON FISTS falha no maior de seus objetivos: divertir o público. Ao longo do filme eu olhava para o relógio a todo o momento esperando o fim da projeção. Da próxima vez, que os produtores escolham um bom protagonista e um diretor de verdade, para dar mais ritmo a obra. Mais uma boa ideia afundando no pântano das más execuções.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Breeders - A Ameaça de Destruição (Breeders, 1986)



 
Parece-me uma excelente ideia a primeira resenha do ano ser de um filme cujo estilo inspirou o título deste pequeno blog – o “Drive-In da Meia-noite”; afinal, BREEDERS poderia muito bem ser exibido numa sala de cinema underground às altas horas da madrugada. Trata-se de um filmeco de terror/ficção científica, que justifica perfeitamente os “3Bs” dos Filmes B (Boobs, blood & beasts – peitos, sangues e monstros, em tradução livre).

Um alienígena nas ruas de NY ataca sexualmente mulheres virgens, para se reproduzir e manter a sobrevivência de sua espécie em nosso planeta. O detetive Dale e a médica Gamble formam a dupla que investiga esses horríveis ataques, enquanto o número de vítimas aumenta ao longo da projeção.


O filme acompanha a furada investigação dos protagonistas enquanto mostra todo o elenco feminino sendo atacado pelo monstrão. Óbvio que antes de serem atacadas, essas mulheres falam – em diálogos horrivelmente escritos – que são virgens, além de se despirem frente a câmera – para nossa alegria!

E esse esquema – investigação mambembe/mulheres nuas sendo mortas – repete-se durante toda a obra, tornando BREEDERS uma espécie de fita de Playboy que, acidentalmente, se transformou num terrorzinho básico.


Dirigido por Tim Kincaid, culpado por várias outras tranqueiras (recomendo o texto do blog Filmes Para Doidos, sobre o abissal ROBOT HOLOCAUST – leia aqui), BREEDERS carece de estilo, ritmo ou qualquer ponto positivo relativo à direção. O mesmo eu digo para as atuações, todas absolutamente péssimas e, por isso, engraçadíssimas. Aquele humor involuntário de certas produções que supera muita comédia lançada atualmente.

Apesar da baixa qualidade da produção, temos algumas excelentes cenas “gore”, apesar do visual ridículo do alienígena, que parece uma barata mutante. O responsável pelos efeitos foi Ed French, que trabalhou em filmes como A Coisa e Exterminador do Futuro 2. No filme, ele atua como um colega da médica que tem destaque no final da fita – numa das melhores cenas do filme, com ótimos efeitos visuais.

Apesar de toda ruindade, porém, BREEDERS me divertiu bastante, mesmo com as cochiladas durante seus pouco mais de 70 minutos de duração. O humor involuntário, o “clima anos 80”, as belas atrizes nuas e a tosqueira da produção em geral são atrativos pra qualquer amante de cinema B, um tipo cada vez mais raro no mundo dos cinéfilos.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Séance: The Summoning (2011)


 Um grupo de 4 jovens resolve brincar com espíritos num necrotério. O mais babaca deles (o ateu do grupo) acaba sendo possuído por uma entidade maligna iniciando uma caçada contra os outros. Nada de novo nesse misto de terror adolescente com filme de possessão, lembrando algumas esquecidas fitas de horror da década passada que acumulavam poeira nas locadoras (uma época boa).

O filme começa flertando com o novo vício do cinema de terror: o found footage, onde os personagens manejam a câmera dando a impressão (na teoria, que fique claro) de que o conteúdo do filme é real. Em SÉANCE: THE SUMMONING, essa mania é logo esquecida para o filme se tornar uma espécie de slasher, com o demônio num dos rapazes caçando o restante do grupo.

Apesar de o filme ser chato, a trama ser idiota e o final ser fraquíssimo, existem duas coisas muito curiosas, que valem ser mencionadas. A começar pela violência do filme, com algumas cenas gore bem interessantes: fraturas expostas, queimaduras, pescoços quebrados e bons efeitos de maquiagem.

Outro fator curioso é a trama de cunho extremamente cristão, com uma mensagem digna de aula de religião. Não quero dar spoiler, mas o filme deixa claro que a salvação só é alcançada quando se abraça os conceitos do cristianismo para combater o tal demônio do filme. A temática de possessão sempre esteve aliada ao cristianismo nos cinemas, mas nunca tinha visto um filme que começa questionando a religião e termina catequizando seus personagens e, por conseguinte, seu público.

Contudo, esses dois elementos não salvam o filme da mediocridade, especialmente com uma pobreza no tratamento dos personagens num roteiro muito preguiçoso. Os atores não são ruins, mas os personagens são péssimos, com frases horríveis e motivações piores ainda. Quando num filme você não consegue torcer nem para as vítimas ou para o vilão, você acaba torcendo pelo final do filme.


Sem falar que o filme tem algumas situações muito constrangedoras, incluindo um epílogo meio escatológico, inteiramente mal feito, que deixa tudo a desejar. Mas me surpreendi com o destino de um dos personagens, subvertendo algum clichê do gênero que garante a sobrevivência do mais “inocente”.

Enfim, são mais erros do que acertos e duvido muito que alguém possa gostar do filme. Contudo, os viciados em filme de terror podem dar uma espiada, porque a sessão não é inteiramente ruim, por aqueles detalhes que eu mencionei. Não digo que vale a pena, mas creio que os menos exigentes podem conferir. Afinal, nós, fãs do horror, estamos acostumados as tranqueiras que são lançadas todos os anos...

OBS: A garotinha da capa, saída de alguma fita de horror japonês não aparece em nenhum momento da fita, então não vá assistir esse filme imaginando algo como O Chamado. É só picaretagem da distribuidora que quer pegar algum fã desavisado.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Alien vs Ninja (2010)



Imaginem um filme japonês com a estória do clássico Predador (um grupo de soldados fica preso numa floresta com uma criatura monstruosa caçando-os); troque, agora, os soldados americanos por ninjas e a criatura homônima de 1987 por um monstro bem parecido com o Alien de Ridley Scott; adicione lutas e as loucuras típicas do cinema japonês.

Pareceu-lhe estranho? Essa maluquice existe e atende pelo nome de Alien vs Ninja, produção da Sushi Typhoon, uma produtora japonesa especializada em filmes trashs e cinema alternativo, cujo catálogo inclui Mutant Girls Squad, Cold Fish e algumas outras pérolas (veja o site da produtora aqui).


Voltando para o filme desta postagem, fica claro que uma obra dessas está no mercado para divertir o seu público alvo. E, claro, embarcar na onda dos filmes de duelos (iniciada com o fraco Alien vs Predador) que esteve em moda durante um tempinho e só continua viva por causa do canal Syfy, que entrega pelo menos uma obra de dois monstros poderosos se enfrentando todo ano, tipo o horroroso Mega Shark vs Giant Octopus e o péssimo Boa vs Python (cujas as resenhas você pode ler clicando em seus respectivos nomes).

Ao contrário dos filmes anteriores citados, Alien vs Ninja é muito divertido, desde o seu início. E o melhor é que a obra não nega sua intensão; assim, o duelo entre Aliens e Ninjas (sim, é no plural mesmo!) ocorre em boa quantidade ao longo da projeção, não cansando o público diante da tosqueira não disfarçada da produção.

Não pense que as cenas dos duelos são ruins, porque não são. Apesar de utilizar a montagem recortada em alguns momentos, o filme conta com boas coreografias, especialmente de lutas de espadas. E o roteiro é inteligente ao colocar um belo duelo de espadas entre humanos lá pelo final da fita, com uma explicação razoavelmente plausível. É muito mais interessante você assistir dois atores habilidosos trocando golpes em movimentos incríveis do que um ator fugindo do alien o tempo inteiro.
 

O filme também não decepciona com seus péssimos efeitos especiais, cenas nojentas (cinema japonês, meu povo) e situações risíveis em geral. Obviamente que o filme erra a mão em alguns pontos, especialmente um personagem covardão que tenta ser alívio cômico, mas falha miseravelmente. Aliás, quando o filme tenta ser engraçado não há efeito algum. O humor involuntário é o que comanda.

Outra negativa é seu final, absolutamente desnecessário e que parece empurrar para uma futura continuação, sem nenhum sentido. Quase colocou a perder toda a babaquice (no bom sentido) anterior da obra. Até uma produtora como a alternativa Sushi Typhoon é regida pelos “princípios mercantis” de Hollywood?


Filmes ruins precisam ser incutidos da mentalidade de que diante de uma obra visivelmente péssima devem-se abraçar seus próprios defeitos para superá-los de maneira decente. É como quando você deixa cair os pratos de sua casa e começa a rir de si mesmo, junto de sua família: o humor pode atenuar uma cagada.

E, por isso, Alien vs Ninja se mostrou como um filme divertido e quase bom (com todo o respeito). Ao contrário de seus primos ocidentais, essa produção japonesa entendeu muito bem que um filme onde monstros (cujo visual lembra a mistura de um golfinho com os aliens incubadores de 1979) enfrentam ninjas superpoderosos não deve ser, sob nenhuma instância, levados a sério. Essas obras estão aqui para divertir e essa em questão fez isso muito bem. Não tem mistério.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Dear God No! (2012)



Embarcando neste revival exploitation que alguns cineastas vêm orquestrando, principalmente após o projeto Grindhouse de Tarantino e Rodriguez, Dear God No! tenta copiar o estilão daqueles filmes de baixíssimo orçamento dos anos 70; entretanto, o filme (se é que podemos chamar isso aqui de filme) falha miseravelmente ao longo de seus intermináveis 80 minutos, pois não lembra em nada aqueles pequenos grandes filmes que, com pouco dinheiro e muita criatividade, ganharam a admiração de milhares de cinéfilos (e eue sou um deles).


Parece até interessante uma homenagem aqueles biker-movies muito loucos, com pitadas de horror, violência, nudez e até um pouco de naziexploitaion! Na realidade, Dear God No! utiliza esses elementos em sua estória e essa boa intenção é a única qualidade encontrada na obra de James Bickert. Mas não há boa intenção que salve o filme da chatice. Há um mar de ideias interessantes e a estória em si não é péssima (é bem ruim, na realidade). Contudo, o filme não engrena no quesito diversão.

Temos uma gangue de motoqueiros que saem barbarizando por aí: assassinatos, estupro, vandalismo e outras “sutilezas”. Após 40 minutos de enrolação, eles encontram a casa de um cientista, onde irão praticar seus atos de vandalismo. Contudo, esse cientista esconde alguns segredos.


A partir da chegada dos motoqueiros à casa do doutor (numa atuação ridícula de Paul McComiskey), o filme muda seu script pra se transformar num terror (??) envolvendo um saqstach e até zumbis. De verdade, não se preocupe com spoilers, pois estou fazendo um serviço de utilidade pública ao alertar vocês sobre essa grande besteira em forma de filme.

Há algumas cenas de nudez, especialmente com mulheres fazendo strip-tease para a câmera. Aliás, a melhor cena do filme é quando os motoqueiros chegam a um bar e trocam tiros com uma mulherada carregadas de armas e com seios a mostra. No filme inteiro, elas são as únicas que botam a gangue mal-encarada pra correr.



Eu não me importo com um roteiro risível ou com atuações medíocres, sinceramente. Há filmes que abusam da ruindade, mas conseguem divertir demais – justamente por sua ruindade. Contudo, Dear God No! não me divertiu. Foi uma sessão desperdiçada, apenas isso.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A História de Ricky (Ricky-Oh, 1991)


Obrigatório para qualquer pessoa que aprecie o cinema trash, A História de Ricky é um verdadeiro clássico do gênero, que completa 20 anos de idade e permanece tão bom e melhor que muito filme lançado por aí. É claro que é um filme de público limitado, mais indicado para os fãs de cinema bagaceira ou para aqueles que querem se divertir com uma estória absurda regada pelo exagero. Quem tiver cabeça aberta poderá garantir uma sessão, no mínimo, divertida.


Acontece que desde o início do filme, quando o nosso herói Ricky chega à prisão e, ao passar pelo detector de metal, é barrado, pois ele tem algumas balas no corpo resultantes de um tiroteio (ele não as extraiu porque as guarda como lembrança da tal ocasião), A História de Ricky não se leva a sério. O único propósito do filme é nos divertir. E o filme consegue isso com folga.


O motivo pelo qual Ricky é preso é revelado lá pela metade da fita. Basta sabermos que ele será constantemente torturado pelo chefão da prisão, que incita outros presos, extremamente perigosos, a atacarem Ricky. E Ricky tem que lutar contra estes caras para sobreviver.



O problema é que Ricky descobrirá um segredo do diretor da prisão que despertará sua fúria, de tal forma que o filme culminará num desfecho ultraviolento, com muito sangue e violência, além de um improvável moedor de carne gigante!


Trata-se de um filme alucinante, recheado de cenas grotescas e muita porrada. Mas esqueça a beleza das artes marciais porque aqui cada soco decepa a parte do corpo de uma pessoa. Desde membros cruelmente dilacerados, olhos arrancados, intestinos extravasados – todo tipo de violência se faz presente em A História de Ricky, para a alegria dos fãs do cinema oriental gore. O exagero domina.


O bacana é que a estória aposta num maniqueísmo básico e que funciona perfeitamente para não distrair o público do diferencial da obra: o visual absurdo e brutal. Em certos momentos, o filme me lembrou o excepcional Ichi The Killer (leia a crítica aqui), mas sem toda a densidade e crítica que aquela obra carregava.


Mas não estou desmerecendo A História de Ricky, pois este filme é muito bacana mesmo. Em vários momentos eu fiquei rindo de todo o exagero que banhava meus olhos. É um filme realmente único que merece ser conhecido...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Boa vs Python (2004)


Uma obra ruim não deve ser tímida; deve assumir este defeito e contorná-lo, garantindo diversão para seu público específico: os amantes do cinema trash. Entretanto, quando um filme ruim tenta se levar a sério, esquecendo seu objetivo principal, o resultado é sempre catastrófico. Infelizmente, este é o caso de Boa versus Python.


A obra tem seus momentos de divertimento, mas se perde ao tentar dar alguma profundidade aos seus protagonistas e desperdiçando boas ideias. Enfim, tem alguns bons momentos, mas o filme em geral é de uma mediocridade imensa.


A trama é absurda e divertida: um milionário babaca (Adam Kendrick) resolve realizar um safári com uma cobra gigantesca. O réptil, que fora aprisionado, acaba escapando e indo para o subterrâneo de uma cidade. Um agente do governo convoca dois cientistas: uma especialista em golfinhos (Jaime Bergman, que não convence ninguém com sua carinha de colegial) e um especialista em cobras (David Hewlett) que cria uma cobra gigantesca para pesquisar um soro antiofídico universal – eficiente contra qualquer veneno de cobra. O plano é colocar as duas cobras para lutarem, enquanto eles monitoram tudo por meio de sensores e câmeras instalados na cobra do laboratório.

Só que surgem dois problemas: o milionário resolve continuar com o tal safári, reunindo um bando de caçadores excêntricos que, eventualmente, serão mais vítimas para as duas cobronas. Além disso, as cobras resolvem atacar os humanos ao invés de saírem no pau. O duelo entre as duas só acontece no final da obra mesmo.

Um dos erros em Boa versus Python é ser levado muito a sério pelos seus protagonistas. O único que aparenta estar se divertindo é Adam Kendrick, canastrão e cínico, principalmente no final da obra quando dá uma de Rambo, arrancando a camisa e atacando a cobra com um lança-chamas. São nestes momentos que o filme agrada, pelo exagero e absurdo.


Outra cena muito divertida é quando uma das cobras investe contra um casal que estava fazendo sexo num carro. O rapaz está fazendo sexo oral na moça quando é atacado e substituído pelo réptil, e a moça vai ao delírio. Em poucos momentos o filme assume sua real personalidade de trash, deixando de lado qualquer pretensão dramática.


Realmente, fica a impressão que a obra poderia ter sido mais bacana. Felizmente (ou infelizmente?), os filmes de duelo entre monstrões estão na moda. Esperemos que saia algum bom filme ruim desta leva que já nos trouxe atrocidades como Mega Shark versus Giant Octopus (leia a crítica
aqui) e este Boa versus Python.