terça-feira, 14 de julho de 2015
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Os Mercenários 2 (The Expendables 2, 2012)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Red - Aposentados e Perigosos (Red, 2010)

Posso contar nos dedos de uma das mãos o número de vezes que fui ao cinema durante o ano passado. E, de todos os filmes do ano passado, afirmo, com folga, que Red foi o que mais me surpreendeu e me divertiu.
E como é bom quando somos surpreendidos pelas qualidades de um filme! É justo e correto afirmar que Red não traz absolutamente nenhuma novidade para o mundo do cinema. Todavia, Red apresenta um elemento raro nas superproduções hollywoodianas: um elenco perfeito e em total sintonia com o espírito da obra.
Incrível como o grupo de atores escolhidos faz seu trabalho incrivelmente bem, sem excessos ou canastrice, numa obra que poderia dar margem a estes defeitos. A estória é muito simples, sobre ex-agentes da inteligência americana que, após terem se aposentado, são ameaçados de morte em razão de um segredo de um político americano do alto-escalão.
Todos estão muitíssimo bem, mas gostaria de destacar Karl Urban, que é dos melhores atores de sua geração. Aqui, ele consegue criar simpatia num personagem que, inicialmente, sentimos raiva. Mary-Louise Park também está uma graça como a mocinha do filme.
O restante do elenco desempenha seus papeis com perfeição. Bruce Willis reprisa, de maneira eficiente, o papel de cara durão; Helen Mirren esbanja charme como uma assassina cheia de classe; Morgan Freeman é o experiente e gaiato assassino; John Malkovich é o matador pirado e paranoico; Brian Cox e Richard Dreyfuss completam esse timaço de atores. Ah! E como se esquecer de Ernest Borgnine como o guardião dos arquivos da CIA.
Red é um dos filmes mais divertidos que eu já assisti. Um exemplo perfeito de como um filme-pipoca deve ser: divertido, descompromissado e bem feito. Sem dúvida, uma surpresa muito agradável.
domingo, 3 de abril de 2011
Tiras em Apuros (Cop Out, 2010)
Quando se reúnem vários talentos num mesmo projeto, é natural que as expectativas sobre o mesmo sejam muito altas. No caso de Tiras em Apuros, uniram-se um diretor/roteirista muito talentoso, exímio criador de diálogos engraçados e inteligentes (Kevin Smith), e um grande astro de filmes de ação (Bruce Willis) para fazerem, juntos, um filme de dupla policial. O resultado é um filme divertido, com boas ideias e algumas atuações ótimas, mas que fica aquém do esperado devido os nomes envolvidos na obra.
Mas, na contramão das inúmeras críticas negativas, eu afirmo que o filme é bem legalzinho e me agradou bastante durante sua projeção. A começar por sua trama inusitada que envolve a dupla policial (Willis e o comediante Tracy Morgan) em busca de uma figurinha rara de colecionador, daqueles cards com um jogador de baseball. Eles acabam se envolvendo com um bandidão latino que adora baseball (Juan Carlos Hernández) e que está relacionado com uma série de assassinatos.
Tiras em Apuros segue a cartilha dos filmes de dupla policial, mas falha no elemento principal dos filmes do gênero: a dupla não tem entrosamento. Willis e Morgan não possuem sintonia alguma e não soam críveis como parceiros. Difícil dizer de quem é a culpa, mas acho que ela recai no roteiro, pois há poucas cenas em que você acredita numa amizade entre os dois policiais.
Mas isso não significa que os protagonistas estejam ruins. Willis não se destaca, mas Tracy Morgan está muito engraçado, especialmente nas cenas em que ele aparece sozinho (como no início do filme, quando ele arranca a confissão de um sujeito). O filme ainda traz Kevin Pollak e Adam Brody como outra dupla policial (que em certos momentos é mais engraçada que a dupla principal) e um Seann William Scott simplesmente hilário como um bandido pé-de-chinelo que tem a mania irritante de repetir o que os outros falam; ele é o dono das melhores cenas do filme, principalmente aquela em que ele irrita Tracy Morgan no carro.
É interessante ver que este é o primeiro filme dirigido por Kevin Smith que ele não escreveu. E a maior falha de Tiras em Apuros é seu roteiro mediano, com várias boas ideias que resultariam num ótimo filme, se fossem sustentadas por uma base mais eficiente. Os personagens principais poderiam ser mais bem construídos, assim como a relação entre eles, tornando a estória mais crível e envolvente. É nessas horas que você percebe como Shane Black (roteirista de Máquina Mortífera e outros filmes de duplas policiais) é um mestre do gênero. O mais intrigante é que este roteiro estava na Black List de 2008 (lista dos melhores roteiros não produzidos daquele ano).
Mas, mesmo entre inúmeros erros e acertos, Tiras em Apuros ainda me divertiu, principalmente pelas suas boas ideias e por eu adorar filmes de dupla policial. Poderia ser bem mais legal, mas ainda diverte pra caramba.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Meu Vizinho Mafioso (The Whole Nine Yards, 2000)





