terça-feira, 14 de julho de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
Fantasia Film Festival 2015 - As Escolhas do Editor
Se eu tivesse de escolher um festival no planeta inteiro para acompanhar de perto, assistir seus filmes, interagir com convidados e público, certamente minha escolha seria o Fantasia - o maior festival de cinema fantástico da América do Norte. São mais de vinte dias de cinema curioso e da mais alta qualidade, ao redor do mundo. O catálogo é gigante e tem muitos filmes que eu já comentei por aqui, por isso escolhi cinco títulos que mais chamaram minha atenção. Eu espero que daqui uns poucos anos eu consiga acompanhar esses festivais todos nas suas respectivas cidades!
Diretor: Noel Marshall
Ninguém tem muito interesse sobre roteiro, atuações... O grande atrativo de ROAR é a inacreditável história de sua produção, envolvendo dezenas de leões, tigres e outros animais selvagens, resultando em ferimentos, sangue real, cortes, abandonos da produção, cirurgias e o próprio diretor sendo diagnosticado com gangrena. Com certeza, o filme mais louco deste festival.
Diretor: Shinji Higuchi
Acho tão legal termos contato com cinema de diversos gêneros e de outras partes do mundo. Um filme de monstros destruindo o planeta direto da terra do original Gojira é informação suficiente para me deixar curioso. E sabendo que este é o filme de fechamento do festival (sempre uma projeção especial é reservada para este evento), ATTACK ON TITAN tem lugar reservado na minha wishlist.
Catch me Daddy (UK)
Diretor: Daniel e Matthew Wolfe
Existe uma boa quantidade de críticas positivas sobre esse filme. E não é sobre apenas as críticas, mas o estonteante trailer (clica aqui pra assistir), com bela trilha sonora e imagens noturnas, numa mistura de western e drama coming of age, pelo que eu captei. A trama sobre um casal low-life perseguido por gangues é simples, mas pode render um filme bem interessante.
Who Killed Captain Alex? (Uganda)
Diretor: Nabwana IGG
O line-up do Fantasia neste ano engloba alguns títulos africanos - aliás, acho que nunca vi nenhum filme do continente. É bacana ver a atenção do festival, o que só mostra o quão incrível é este evento. Este filme em questão se trata do primeiro filme de ação da Uganda, com um orçamento espetacular de duzentos dólares, sangue de verdade e muito boa vontade. Não sei se vou conseguir ver esse filme tão cedo, mas assim que colocar minhas mãos nesse filme vou comentar por aqui.
Diretor: Adam Egypt Mortimer
Um filme sobre um jovem que sofre bullying em casa e na escola e parece invocar um fantasma de uma jovem que também sofreu isso em vida. Auto-mutilação e gore no trailer podem garantir um bom slasher - até porque já faz algum tempo que não temos um filme realmente decente do gênero.
sexta-feira, 10 de julho de 2015
James Horner (1953-2015) - minhas 5 trilhas favoritas
Com algum atraso, mas presto minhas sinceras homenagens a James Horner, um dos meus compositores favoritos do mundo do cinema. Abaixo eu listo as minhas trilhas favoritas assinadas por este gênio:

Willow (1988) - Talvez, a minha trilha sonora favorita de todos os tempos. O filme também figura no top 5 da minha vida, facilmente. Não saberia lhes dizer o quão especial essa trilha é para mim - uma música que me transporta tanto para o filme quanto para memória incríveis de minha infância. Sempre que escuto essa música, me emociono muito facilmente, desde as notas épicas até as mais orquestradas. Não há uma semana sequer que eu não assovio essas músicas, automaticamente, tamanha a presença delas em minha história de vida. Para muitos pode soar um exagero, mas uma das trilhas sonoras da minha vida, que me inspira e energiza é essa. O melhor trabalho de Horner.
O Nome da Rosa (1986) - Eu considero esta trilha sonora uma obra prima, por captar perfeitamente o mistério, o medieval, o medo - todas as sensações evocadas por esse filme, um dos meus favoritos de todos os tempos. E, neste caso, eu coloco a última música do filme, que nos transporta exatamente para o desolado cenário do último fotograma. Há algo de belo e assombroso na época medieval, nos vestuários, nos crimes e Horner conseguiu capturar tudo isso. Nos tributos que saíram por aí, não citaram esse trabalho do compositor que só fica atrás do primeiro mencionado, na minha modesta opinião.
Comando Para Matar (1985) - Trilha clássica, clássica, clássica! Excitante, exagerada, com saxofone e sintetizadores e uma pegada meio egípcia ou indígena (provavelmente estou viajando), mas que mostrava a letalidade do personagem principal. E era interessante porque a música quebrava quando mostrava o Schwarza com sua filha no filme, ficando mais melosa. Esses teclados, tão anos 80, são inesquecíveis! Só os fortes lembraram dessa trilha.
Apollo 13 (1995) - Sempre gostei de marchas militares e há referências claras nas notas dessa trilha. Acho incrível como há aventura mas realismo, uma música com tom cerimonioso mas nada cafona, como se fossem honras militares. Existe algo de heroico nessa história real e Horner conseguiu capturar isso, sem descambar para o patriotismo que muitas trilhas acabam expressando. E olha que nesse ano ele ainda assinaria mais um clássico...
Coração Valente (1995) - Acho que sou bastante parcial, especialmente porque sou absolutamente apaixonado pela cultura celta. Amo músicas celtas, seus instrumentos... Há emoção e tons orquestrais épicos, tudo embalado com uma maravilhosa gaita de foles. Impossível não se lembrar das cenas do filme quando se escuta o tema principal, desde as cenas de batalha até as cenas dramáticas e românticas. Neste ano, o homem estava inspirado.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Pôster - 12 Rounds 3: Lockdown
Quem é ligado em wrestling, sabe que Dean Ambrose é o novo nome mais quente da WWE nesse momento. Expressivo, talentoso e com personalidade, o cara já está pronto pra encabeçar um título dessa divertida franquia. Se não cair no erro de se levar a sério demais, tem tudo pra me conquistar. Seria uma ideia bacana comentar sobre a triologia por aqui, não?
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Trailer: Creed (2015)
O meu filme favorito de todos os tempos é Rocky - Um Lutador, de 1976. Assim, já vos digo que um episódio no universo deste personagem maravilhoso já me deixa deveras atraído. Há algum tempo eu li, em algum canto da internet, que um filme sobre o filho do Apollo Creed (Carl Weathers) estava em pré-produção em Hollywood. Acho a ideia realmente promissora, pois não consigo enxergar mais roteiros sérios com Rocky Balboa como protagonista. Unindo a boa ideia com um diretor e ator que deram um bom trabalho em Fruitvale Station, podemos ter um filme a altura e que honre o clássico original.
Sobre o trailer: achei interessante. Não gostei muito da duração (muito longo, mostrou cenas demais - um problema dos trailers atuais que pretendo comentar com mais profundidade em breve) e espero que a trama reserve mais surpresas, porque já podemos ter uma noção de como essa história será contada. O que eu mais gostei do trailer foi que Sylvester Stallone vai dar espaço para que Michael B. Jordan encare o filme sozinho, servindo muito mais como coadjuvante de luxo. Enfim, fiquei ansioso pra conferir o velho Rocky nas telonas e seu novo pupilo.
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