Mostrando postagens com marcador Colin Firth. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Colin Firth. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Kingsman (2015)


Fim do ano se aproximando e os maníacos por listas, como eu, começam a catalogar seus preferidos do ano. Aguardem uma lista dessas por aqui. Até lá, compartilho minha animação com este longa, provavelmente o filme mais divertido do ano - certamente, o que mais me divertiu. 

A trama resgata os exageros e o divertimento das histórias de espionagem que tanto nos cativaram. A pegada mais séria do gênero, iniciada pela refilmagem de A Identidade Bourne em 2002, não me desagrada de maneira nenhuma. Há espaço tanto para os filmes mais sérios e para os filmes mais extrovertidos. Assim, não faço coro aos críticos que receberam KINGSMAN como uma salvação do gênero ou qualquer outra coisa nesse sentido. 

O filme tem um ritmo muito bom, com a direção sempre muito boa do inglês Matthew Vaughn e um elenco perfeito - Michael Caine, o novato Taron Egerton, Samuel L. Jackson, Mark Strong, um irreconhecível Mark Hammil e o espetacular Colin Firth (rouba todas as cenas, um dos maiores atores de sua geração, com certeza). 

Muita gente já comentou, mas preciso destacar a cena da igreja, uma das sequências mais espetaculares e eletrizantes do ano, melhor que qualquer cena de ação dos filmes de super herói deste ano. Arrisco dizer aqui que as cenas de ação de Kingsman só ficam atrás das sequências imbatíveis de MAD MAX.

KINGSMAN é um daqueles filmes que te deixam com um sorriso gigantesco durante e após sua projeção. Estou pronto para um segundo filme!

terça-feira, 1 de março de 2011

O Discurso do Rei (The King's Speech, 2010)


Mais uma edição do Oscar se passou, e, mesmo com todas as polêmicas, O Discurso do Rei sagrou-se como o melhor filme de 2010. Apesar de não concordar inteiramente com esta premiação, não acho muito correto desmerecermos a obra, pois esta possui alguns momentos verdadeiramente marcantes.

Todos já comentaram sobre a incrível atuação de Colin Firth, simplesmente perfeita e irretocável. Os coadjuvantes são valiosos, mas nenhum deles consegue jogar sequer uma sombra sobre a performance de Firth. Ele é, ao mesmo tempo, aristocrático e frágil, um personagem que atua para o povo britânico, tentando disfarçar uma "fraqueza" - sua gagueira.


O Discurso do Rei tem algumas cenas muito marcantes, mas o discurso propriamente dito no clímax da obra é de arrancar o fôlego. Ancorada na 7º Sinfonia de Beethoven, essa cena tem um impacto imenso e é o momento brilhante de O Discurso do Rei. Sem falar nas engraçadas cenas do treinamento contra a gagueira.


Penso neste filme como uma ópera muito longa, com seus altos e baixos, momentos de brilhantismos e outros momentos de assustadora irrelevância. Trata-se de um belo filme, que seria mais marcante se não fosse tão milimetricamente planejado para vencer premiações. Um interessante espetáculo, mas não é o melhor show da noite...