domingo, 1 de dezembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
domingo, 27 de outubro de 2013
Frankenstein's Army (2013)
Retomando as atividades desse blog – sem grande estilo, pois
FRANKENSTEIN’S ARMY é mais um filme sem graça na saturadíssima onda de “found-footages”
que inunda o cinema de horror atual. A ideia é até muito boa: um grupo de
soldados soviéticos, durante a 2º Guerra Mundial, entra em território alemão onde
descobrirão os experimentos de um cientista nazista envolvendo zumbis-robôs ou
qualquer coisa do gênero.
As criações do tal doutor são incríveis: máquinas caquéticas
e claudicantes, cheias de engrenagens e instrumentos cortantes, fazendo um
barulho infernal (o som do filme é espetacular, aliás). Os soldados, cujo
destino é facilmente identificado por quem assiste ao filme desde seu início,
serão as vítimas desses experimentos maléficos; não que isso faça muita
diferença, pois são todos personagens antipáticos, cujas mortes pareceram-me
indiferentes enquanto assistia.
A falta de simpatia não era apenas pelos personagens, mas
também pela escolha do diretor Richard Raaphorst em contar esse filme com o câmera
sendo um dos personagens – aliados a inverossimilhança de um personagem não
largando a porra da câmera enquanto o inferno explode ao seu lado está a
babaquice do personagem ao longo da fita inteira.
FRANKENSTEIN’S ARMY tem sua dose de aspectos positivos, como
o visual interessante, o belo trabalho de som (realmente incomoda a barulheira
das máquinas em alguns trechos) e a própria estória. Porém, a cansativa fórmula
narrativa, a antipatia dos personagens e o ritmo completamente lento do início
tornaram um alívio o fim da projeção. Minha ideia é que FRANKENSTEIN’S ARMY
seria um excelente game de computador, pois lembrou bastante o jogo DOOM, em
alguns momentos de tensão, quando monstros surgiam do nada ao lado dos
personagens. O clichê é surrado, mas os
amantes de jogos possivelmente curtirão este filme.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Killing Season (2013)
Não me lembro de ter assistido uma picaretagem tão grande
no último ano... Parando pra pensar, posso até ter assistido, mas,
recentemente, nada se compara a ruindade de Killing Season, último “filme” de,
pasmem, Robert De Niro e John Travolta – dois bons atores, com grandes filmes
em suas carreiras. É bizarra a presença dos dois numa estória tão cretina e
batida, além de um duelo de interpretações grotescas – De Niro fazendo sua cara
de velho antipático dos seus últimos 15 filmes (salvo algumas exceções como O
Lado Bom da Vida – grande atuação num excelente filme) e Travollta emulando um
sotaque eslavo tão ridículo quanto sua cara “vingativa” durante a projeção.
Já que me alonguei detonando o filme, aqui vai uma
sinopse meia boca: acompanhamos a vingança de um ex-soldado bósnio (Travolta)
vingando-se de um militar americano que lutou na Guerra dos Balcãs (De Niro).
Além do roteiro, atuações, cabe destacar negativamente todo o resto da
produção, em especial a direção de Mark Steven Johnson – um cara que tem a mão
podre. Definitivamente, já gastei muitas palavras com essa obra. Não percam seu
tempo.
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