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sexta-feira, 10 de maio de 2019

A Última Ameaça (Broken Arrow, 1996)



Quando criança, esse pôster sempre me fascinava. Achava-o explosivo! Por anos eu mantive essa curiosidade intacta - sabe como é, são tantos filmes para assistir... Enfim criei a ocasião há uma semana, numa tediosa noite de quinta feira. Outro ponto pessoal curioso é que eu consegui o filme em dois formatos, neste ano: DVD e a "mítica" VHS que tanto me encantava quando mais novo.

O genérico título em português esconde o curioso conceito ao redor do roteiro: Broken Arrow é, supostamente, o nome dado para a situação catastrófica das forças armadas perderem uma bomba nuclear. Neste caso, John Travolta é o oficial da aeronáutica que resolve extraviar algumas bombas para chantagear o governo norte-americano e faturar uma fortuna em cima disso. Christian  Slater é o oficial bonzinho que irá melar os planos do terrorista.

O filme contém pilhas e pilhas de cena de ação - algo favorável considerando o argumento meio bobo da obra. É curioso escrever sobre ele, pois parando para analisar, não esperava nada mais do que uma fita de ação divertida - algo que é entregue ao espectador. E nada além disso: assim que o filme terminou, não consegui me lembrar de uma cena sequer que tenha me chamado a atenção.

Não há personagens ou falas marcantes, apenas muita explosão, tiros e alguma pancadaria totalmente compactada durante sua projeção. Dirigido pelo cultuado John Woo, que é um cineasta que ainda não conseguiu captar minha atenção (justiça seja feita: os maiores clássicos chineses dele como Bala Na Cabeça e O Matador, eu ainda não assisti). 

É possível que, se tivesse assistido mais cedo, o filme talvez tivesse me excitado mais. É um divertimento razoável para amantes de filmes de ação. Felizmente, o pôster ainda me fascina, até hoje. Eu teria ele pendurado na minha casa. 

domingo, 18 de agosto de 2013

Killing Season (2013)



Não me lembro de ter assistido uma picaretagem tão grande no último ano... Parando pra pensar, posso até ter assistido, mas, recentemente, nada se compara a ruindade de Killing Season, último “filme” de, pasmem, Robert De Niro e John Travolta – dois bons atores, com grandes filmes em suas carreiras. É bizarra a presença dos dois numa estória tão cretina e batida, além de um duelo de interpretações grotescas – De Niro fazendo sua cara de velho antipático dos seus últimos 15 filmes (salvo algumas exceções como O Lado Bom da Vida – grande atuação num excelente filme) e Travollta emulando um sotaque eslavo tão ridículo quanto sua cara “vingativa” durante a projeção.

Já que me alonguei detonando o filme, aqui vai uma sinopse meia boca: acompanhamos a vingança de um ex-soldado bósnio (Travolta) vingando-se de um militar americano que lutou na Guerra dos Balcãs (De Niro). Além do roteiro, atuações, cabe destacar negativamente todo o resto da produção, em especial a direção de Mark Steven Johnson – um cara que tem a mão podre. Definitivamente, já gastei muitas palavras com essa obra. Não percam seu tempo.