
sábado, 1 de janeiro de 2011
Agente 86 (Get Smart, 2008)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Corrida Mortal (Death Race,2008)

O roteiro não escapa dos clichês e só arma terreno para boas cenas de corrida entre os carros. O maior problema é essa mania atual de tentar chocar a plateia mostrando violência em profusão: em certos momentos, o exagero era tanto que a corrida lembrava-me a cena inicial do acidente de carro do péssimo Premonição 4. Sacrifica-se o roteiro e inteligência por litros de sangue e beleza visual.
O filme até diverte durante seu desenrolar. Contudo, não há como negar que o resultado eral é bem fraquinho. Sobre a tal continuação que eu mencionei no início, tentarei baixá-la para atestar sua ruindade ou me surpreender...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Para os leitores deste blog: uma explicação e uma música
O pior é que estou numa leva bacana de filmes assistidos; comprei vários filmes, assisti muitos outros. Com o comptador ok, postarei sobre todos eles, com certeza. Assisti algumas belezinhas como As Sandálias do Pescador, This is England e lixos como O Senhor das Moscas e Corrida Mortal (todos terão suas devidas críticas, em breve, creio eu). Foi bastante diversificado.
Enfim, estou com pouco tempo para escrever, por isso posto um vídeo da minha banda preferida, Manic Street Preachers. Trata-se de uma música com a participação do vocalista do Echo and the Bunnymen. Escutem-na. Musicão...
sábado, 4 de dezembro de 2010
Tekken (2010)

A estória é manjada e recheada com os clichês de um filme de luta. Jin Kazama (Jon Foo) é um jovem com um incrível talento para as artes marciais, que se envolverá num torneio de lutas com participantes do mundo inteiro financiado pelas grandes empresas que dominam o planeta, numa atmosfera caótica e apocalíptica.
Num filme de luta, eu não dou muita bola para enredo: o que importa são as lutas. Mas em Tekken, elas são muito fracas e não empolgam. Num momento do torneio, armas são permitidas e a partir disso, a obra torna-se um misto de violência boba e uma edição apressada. O filme prepara terreno para uma conclusão previsível e tediosa.

A ausência de um roteiro mais cativante e a direção burocrática de Dwight H. Little (que nos anos 90 fez alguns filmes bacanas como Crime na Casa Branca e Marcado para a Morte e agora parece ter esquecido como fazer um bom filme de ação) são decisivos para que Tekken funcione como mais um filme de aventura catapultado diretamente para as prateleiras das locadoras. Esperava mais da obra.