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quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Todas as cenas de tiro da série Desejo de matar
Pra começar bem o dia e continuar a encarar esse mês de Agosto que está osso...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Assassino A Preço Fixo (The Mechanic, 1972)
Depois da péssima refilmagem estrelada por Jason Statham (cuja resenha pode ser lida aqui),
precisava ir atrás da estória original do assassino Arthur Bishop – vivido pelo
mito Charles Bronson. Vários amigos blogueiros tinham comentado sobre a
superioridade do filme mais antigo em relação ao produto recente – e eles
estavam certos!
Contudo, Assassino A Preço Fixo ainda é um filme bem
menor na filmografia de Bronson. Óbvio que todo o ritmo e estilo do filmão, uma
legítima película dos anos 70, permanece como uma fonte de charme e satisfação
para qualquer um que se diz fã do cinema de ação que praticamente não se faz
mais nos dias de hoje.
O problema é que a estória do filme é muito desinteressante.
Existem elementos bem observados por alguns críticos mais cuidadosos (leiam o
texto do Felipe M. Guerra no Filmes Para Doidos), envolvendo a relação entre o
assassino interpretado por Bronson e seu pupilo. Contudo, a psicologia dos
personagens não foi suficiente para captar minha atenção a todo o momento.
Entendam meus amigos, que eu não achei o filme ruim.
Assassino A Preço Fixo é uma fita de visualização obrigatória para qualquer fã
de cinema de ação bem feito; não só isso, mas temos o grande Bronson entregando
uma performance muito boa, conseguindo ter um enorme carisma interpretando um
verdadeiro vilão (afinal, o cara é um assassino!). Poucos atores conseguem esse
tipo de efeito sobre personagens tão negativas.
Assassino A Preço Fixo é uma daquelas obras que merecem
ser assistidas ao menos uma vez na vida. Garante uma sessão descompromissada e
agradável, ao contrário da explosiva (no mau sentido) refilmagem.
sábado, 10 de julho de 2010
À Queima Roupa (Family of Cops, 1995)

Bem trivial esse À Queima Roupa. Trata-se de um filmeco policial, sem grandes atrativos, a não ser a presença do excelente Charles Bronson, que aqui, foge um pouco de seu lado badass, matador de bandidos, para assumir a face de Paul Fein, um policial veterano que resolve reunir seus filhos para sua festa de aniversário.
O policial consegue unir seus 4 filhos para a tal festa, incluindo a filha pródiga, Jackie (Angela Featherstone), uma típica rebelde sem causa, que mora longe da família. Por seu espírito inquieto e inconseqüente, ela acaba se metendo numa trama que envolve o assassinato de um ricaço, morto após passar uma noite com ela. E seu velho pai terá que descobrir quem realmente cometeu esse crime, para evitar a prisão de sua filha.
Trata-se de um roteiro bastante comum, sem grandes atrativos e, claro, cheio de clichês. O filme conta com a presença do sempre carismático Bronson, que não interpreta com a mesma frieza e brutalidade demonstrada na série Desejo de Matar. Aqui, ele faz um tipo mais sensível e frágil, mas não se enganem: em alguns momentos do filme, Paul Fein lembra muito o lendário Paul Kersey! O filme ainda conta com a presença de Daniel Baldwin, que me surpreendeu por não estar tão canastrão como na maioria esmagadora de seus filmes.À queima Roupa lembra aqueles policiais bobocas que costumavam passar na TV Globo sábado à noite, no Supercine. Por isso, o filme tem certo ar saudosista para quem curte esse tipo de obra mamão-com-açúcar, que te entretém durante a projeção e, após seu término, ninngém se lembra nem do nome do personagem principal. No fim das contas, para quem não exigir muito, À Queima Roupa pode agradar. Mas a obra não faz, de maneira nenhuma, jus à carreira do grande Charles Bronson.
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